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DESTAQUES


O Arroios Film Festival, que decorre de 09 e 16 de setembro, conta este ano com mais participantes do que em 2016, tendo recebido até ao momento 2.200 filmes de 112 países, e quer crescer para fora do país.


destaque5.jpgEste festival, que vai na segunda edição, é um projeto cultural de cinema dedicado à inclusão, e decorre na freguesia de Arroios, uma das mais multiculturais de Lisboa, mas projeta estender-se a outras cidades e a outros países, já a partir do próximo ano.

De acordo com o diretor do festival, Reza Hajipour, também realizador de cinema, a maioria dos filmes entregues até agora provém dos Estados Unidos, de Espanha, do Irão e também de Portugal, mas as inscrições ainda estão abertas até ao final de maio.

"A nossa perspetiva era [receber] muito menos do que 2.000, porque limitámos os anos dos filmes que poderiam participar. No ano passado recebemos todos os filmes com produção a partir de 2000. Este ano, a partir de 2007 até agora, ou seja dez anos, portanto esperávamos muito menos filmes", afirma Reza Hajipour à Lusa, mostrando-se "muito satisfeito" com o número de inscrições.

O iraniano, residente em Portugal desde 2008 e apaixonado por cinema, revela algumas diferenças e novidades em relação à edição do ano passado, desde logo uma restrição do número de filmes a exibir.

"Depende dos tempos dos filmes, mas este ano estamos a pensar selecionar 40 filmes para competição. Qualquer filme relacionado com inclusão, social, politica, religiosa", afirma, explicando que, ao contrário do que sucedeu no ano anterior, só os filmes escolhidos para competição serão exibidos.

No ano passado foram escolhidas 54 curtas-metragens para a mostra competitiva e outras 42 que não entraram em competição, mas foram exibidas no Mercado de Culturas.

Reza Hajipour confessa que foi "muito difícil fazer a tradução e legendagem" de tantos filmes, razão por que optou desta vez por "limitar o número e ter filmes com mais qualidade".

Outra novidade é o projeto de passar os filmes em cinema ao ar livre, na Alameda D. Afonso Henriques, antecedidos por um concerto musical de cerca de uma hora, durante os sete dias que dura o festival.

Paralelamente, haverá exibições também no auditório Camões, à semelhança do que já sucedeu na primeira edição.

"O objetivo é o festival chegar a mais pessoas" e, por isso, a organização pensou que uma boa forma seria aproveitar que é verão e muitas pessoas passeiam na rua, podendo, até ocasionalmente, participar daquela atividade cultural", disse.

As "conversas de inclusão" constituem um dos destaques deste ano - a primeira realizou-se no dia 27 de abril -, debates que estão a ser organizados sobre o tema e que vão decorrer mensalmente no auditório Camões, até à altura do festival.

Reza Hajipour tem projetos maiores que pretende alcançar no próximo ano: fazer do festival de Arroios um festival internacional, não apenas no que respeita às candidaturas e aos filmes projetados, mas também aos locais onde são projetados, abrindo as portas da freguesia de Arroios ao resto do mundo.

"Desde o início que o objetivo não foi só a zona de Arroios e Lisboa. Queremos passar este festival em várias cidades e vários países. Já fizemos alguns contactos", disse.

Por enquanto, o festival ainda é jovem e o seu diretor preferiu esperar que amadurecesse um pouco mais, para depois, com organizações internacionais, poder desenvolvê-lo em vários países.

Segundo Reza Haipour, as perspetivas são boas: "Já temos bons contactos em países europeus. Talvez na terceira edição, se Deus quiser, possamos já começar noutros países. Espero que sim, é o nosso desejo".

Por enquanto, o júri ainda não tem presidente escolhido, mas os restantes quatro membros já estão constituídos, sendo todos profissionais de cinema, das áreas da atuação e da crítica, disse, escusando-se a revelar nomes enquanto a equipa não estiver totalmente fechada.

Além do festival, o cineasta iraniano, que se assume muito mais como "português", está a trabalhar em projetos pessoais de cinema: duas longas-metragens, uma das quais submeteu ao Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), e outra que está a desenvolver com amigos, sem apoios institucionais, e que espera ter pronta em 2018.

Reza Hajipour tem dois objetivos de vida: a sobrevivência, através do negócio de venda de 'Kebabs', que tem na zona de Benfica, e a sua "paixão", o cinema.

"Se conseguir estes dois objetivos aqui, fico aqui para sempre [em Portugal], senão, vou ser obrigado a emigrar mais uma vez para um sítio onde possa cumprir estes dois desejos".




08-05-2017

 

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